I never loved nobody fully Always one foot on the ground And by protecting my heart truly I got lost In the sounds
I hear in my mind All these voices I hear in my mind All these words I hear in my mind All this music And it breaks my heart And it breaks my heart And it breaks my ha-ah-ah, ah-ah-ah, ah-ah-ah, ah-ah-ah-aart And it breaks my ha-ah-ah, ah-ah-ah, ah-ah-ah, ah-ah-ah-aart
Suppose I never ever met you Suppose we never fell in love Suppose I never ever let you Kiss me so sweet And so so-o-o-o-oft
Suppose I never ever saw you Suppose you never ever called Suppose I kept on singing love songs Just to break My own fall Just to break my fa-ah-ah, ah-ah-ah, ah-ah-ah, ah-ah-ah-aall Just to break my fa-ah-ah, ah-ah-ah, ah-ah-ah, ah-ah-ah-aall Just to break my fa-ah-ah, ah-ah-ah, ah-ah-ah, ah-ah-ah-aall Break my fall Break my fall
All my friends say That of course it's Gonna get beh'uh Gonna get beh'uh Beh'uh, beh'uh, beh'uh, beh'uh Behtur, bettur, betterrrr, ohhh...
I never loved nobody fully Always one foot on the ground And by protecting my heart truly I got lost In the sounds
I hear in my mind All these voices I hear in my mind All these words I hear in my mind All this music And it breaks my heart And it breaks my heart I hear in my mind All of these voices I hear in my mind All of these words I hear in my mind All of this music And it breaks my heart And it breaks my heart It breaks my ha-ah-ah, ah-ah-ah, ah-ah-ah, ah-ah-ah-aart And it breaks my ha, ah, ah, ah, art And it breaks my ha-ah-ah, ah-ah-ah, ah-ah-ah, ah-ah-ah-aart And it breaks my heart Breaks my heart And it breaks my heart And it breaks my heart And it breaks my heart And it breaks my heart
Àquele a quem peço que saia de meus pensamentos, e me deixe ao menos dormir !
Súbito me encantou A moça em contraluz Arrisquei perguntar: quem és? Mas fraquejou a voz Sem jeito eu lhe pegava as mãos Como quem desatasse um nó Soprei seu rosto sem pensar E o rosto se desfez em pó
Por encanto voltou Cantando a meia voz Súbito perguntei: quem és? Mas oscilou a luz Fugia devagar de mim E quando a segurei, gemeu O seu vestido se partiu E o rosto já não era o seu
Há de haver algum lugar Um confuso casarão Onde os sonhos serão reais E a vida não Por ali reinaria meu bem Com seus risos, seus ais, sua tez E uma cama onde à noite Sonhasse comigo Talvez
Um lugar deve existir Uma espécie de bazar Onde os sonhos extraviados Vão parar Entre escadas que fogem dos pés E relógios que rodam pra trás Se eu pudesse encontrar meu amor Não voltava Jamais
Fico imaginando se eu fosse te visitar... UM dia, te esperando na varanda... Um dia qualquer antes de tu me levar pra passear... Te esperando de banho tomado, prontinha. Te esperando na varanda, olhando pelo vão do portão, tu saindo do banho, de toalha mas ainda todo molhado. Se encostaria em mim, só para me mostrar tua vontade. Então tu me pegaria pelos cabelos, me trazendo mais junto de ti... Aí me colocaria primeiro de joelhos, então de quatro, para alcançar teus pés. É por eles que eu começaria a te secar, com minha língua, meus lábios, a pele do meu rosto, dos meus seios através do decote. tUa cadelinha prostrada de quatro a tua frente, usando a língua para secar teu corpo. Subindo dos pés à canela, chegando lentamente às tuas coxas... Abrindo tua toalha, para alcançar a parte interna de tuas coxas. Uma Rápida olhada no teu sexo e então em teus olhos, enxergando teu tesão, e mostrando o meu em te satisfazer. Sua cadelinha de novo de joelhos continuaria marcando um caminho de fogo, em direção agora á tua barriga. subIndo meus lábios por teu estômago, teu peito, colocaria teus mamilos em minha boca, sugando e mordendo cada um deles demoradamente. Nesse momento atrevida que sou, olharia em teus olhos desafiando, e meu Dono responderia com o Castigo devido. Uma bela bofetada em meu rosto ! Me pegando de novo pelos cabelos, forçaria então minha boca na dIreção de teu sexo. Eu obediente, receberia teu pau em meus lábios. Começaria então a chupá-lo com vontade, te engolindo inteirinho. Hora com força, hora suave... Brincando com minha língua em teu pau, em tuas bolas. Tu desceria tua mão por meu cOrpo buscando sentir teu efeito, invadiria com teus dedos minha buceta molhada e inchada de tesão. Me penetraria então de uma só vez, metendo fundo 3 dedos em minha buceta, enquanto continua a segurar minha cabeça e minha boca no teu pau. De repente tu me empurraria ao chão, e me viraria de costas para ti... me posicionaria de quatro e com teus joelhos afastaria minhas pernas se posicionando entre elas. Levantaria então o meu vestido, tiraria minha calcinha e com tuas mãos me castigaria com palmadas por quase ter lhe feito gozar sem meter em mim... Alternaria as palmadas entre minhas nádegas e minhas coxas... E vez em quando, buscaria minha buceta, pra me sentir toda molhada. Levaria então, meu gosto a minha boca e adoraria me sentir sugar teus dedos. Assim, posicionado entre minhas pernas empurraria teu pau contra minha bunda, mas sem meter... me fazendo delirar de vontade, e pedir: "Vai meu Dono, deixa eu te sentir todo dentro de mim" ! Aí num movimento rápido tu meteria teu pau em minha buceta, estocando fundo... e forte... e rápido... Me segurando pelos cabelos, ombros, pela cintura ou quadril, tuas mãos continuariam meus castigos e tu desceria palmadas de novo em minhas nádegas e coxas. Novamente num movimento rápido e brusco, tiraria teu pau de minha buceta e aproveitando ele todo melado meteria de uma vez em meu cú ! Me puxando pra ti, me traria quase sentada em teu colo, aí com uma mão taparia minha boca, para conter meus gemidos mesclados de dor e prazer. E com a outra, procuraria meu grelo, e com teus dedos, me faria gozar, e gozar, e gozar...
Já exausto, me tiraria de teu pau, se poria de pé, e eu entenderia em seu olhar minhas ordens...
Me colocaria novamente a teus pés, de joelhos, boca aberta, lábios prontos... receberia então teu gozo, teu leite, meu sustento, minha recompensa, meu derradeiro prazer.
Tua cadela contente, engoliria até a última gota, sem conseguir de alegria se conter !!!
“Você despertou em mim várias formas distintas de curiosidade e é culpada de uma adorável coqueteria que não cabe a mim condenar. Você não avalia como é perigoso para uma imaginação vívida e um coração incompreendido vislumbrar a forma etérea de uma jovem e bela mulher.”
Como colocar em palavras coerentes e pensamentos racionais, expectativas e sentimentos que ainda não são claros sequer dentro de mim ?!?
Creio então antes de tudo, que NECESSITO de um DONO, é mais que um simples querer. NECESSITO uma mão firme a me guiar, um braço forte a me proteger, um olhar atento a me avaliar. Mão firme, braço forte que me são queridos e ansiados, seja no momento da posse, do carinho, do tomar para si... seja no momento da disciplina, do moldar, do aparar arestas... e claro no momento do castigo ! Quando minhas fraquezas transparecerem, meu ser perder o vigor, e ao meu Dono eu vier a decepcionar.
Posso discorrer aqui sobre desejos, sobre sonhos e ansiedades. Posso enumerar qualidades pretendidas, fantasias escolhidas e realidades indicadas. Para que ?!? Eu mesma me questiono, uma vez que a verdadeira angústia de minha alma sumissa, é que todas essas vontades esmoreçam, que se percam, se apaguem. Que sejam sim, substituídas pela ligação ao Dono. Que a sintonia, a cumplididade e afinidade sejam tais, que minh'alma una-se a do Dono de forma a tornarem-se UMA.
Uma alma, uma vontade. Dois corpos.
Um Dominante, uma dominada.
Um Possuidor, uma entregue.
Seguir o caminho do Dono, moldar-me aos desejos do Dono, totalmente pertencer ao Dono.
Esse há de ser meu querer.
Esse é meu querer.
Um Dono que se orgulhe de possuir uma mulher de visão, opinião e impressões. Que não as pretenda tolher, pois sua cadela treinada há de saber demonstrar, a fim de inflar seu Dono de orgulho por saber que ao final, são as opiniões e vontades do Dono que a regem.
Tornar-me uma peça, uma posse, uma cadela. Oferecendo minha mente para transformar, meu corpo para satisfazer, meu castigo para confortar e minha alma para possuir.
Unir vidas, caminhos, vontades... a uma Alma da qual sei, serei apenas complemento !